quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FCMS e MinC promovem o Seminário Diversidade Cultural na Capital

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), em parceria com o Ministério da Cultura, promove a partir desta sexta-feira (6) o Seminário Diversidade Cultural, no Centro Cultural José Octávio Guizzo. O evento acontece até sábado. O público alvo dos seminários são os gestores públicos e privados de cultura em todos os níveis da Federação – federal, estadual e municipal. O evento conta com o apoio do Observatório da Diversidade Cultural.

As atividades serão desenvolvidas à luz da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Assembléia Geral em outubro de 2005, e promulgada no Brasil pelo decreto-lei 6.177, de agosto de 2007.

Tendo em vista a importância deste documento no âmbito das políticas públicas de cultura em todas as instâncias de governo – federal, estadual e municipal –, o MinC vem desenvolvendo, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, um trabalho de divulgação da Convenção, para que seu conteúdo e seus objetivos sejam apreendidos por toda a sociedade brasileira, e especialmente pelos gestores públicos e privados de cultura.

Neste contexto, a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural está promovendo uma série de seminários em diversas regiões do País, com o título Diversidade Cultural – entendendo a Convenção.

fonte:FCMS

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Velho vinil vira atração como arte visual pantaneira



Pantanartes faz agendamento para grupos turísticos em Campo Grande. Visitação é gratuita.


O velho e bom disco de vinil, que reinou nos aparelhos de som em todo o mundo por pelo menos três décadas, começa a ganhar novo sentido artístico a partir da criatividade de talentos da cultura sul-mato-grossense. Em Campo Grande, o tradicional Long Play (LP) está deixando de ser uma obra sonora para transformar-se em arte visual ou mesmo acumular as duas atribuições simultaneamente.


A iniciativa é do Pantanartes – Espaço Cultural, que encomendou pelo menos 50 pinturas em vinil para artistas plásticos regionais. A coleção pode ser conferida na sede do Pantanartes, que fica na Rua Eduardo Santos Pereira, 1231 – entre as ruas Brasil e 25 de Dezembro, no Bairro Monte Castelo. A entrada é gratuita.


As pinturas foram realizadas sobre LP´s que, em sua maioria, já não apresentavam condições mínimas de reprodução sonora em toca discos (pick-ups). “Dessa forma, o objeto ganha uma nova e durável utilização e serve como um canal de exteriorização da cultura pantaneira, através da retratação de imagens do homem e da fauna e flora regionais”, explica o diretor do Pantanartes, Haroldo Maiolino.



No entanto, alguns long plays ainda apresentam condições de reprodução em um dos lados, mesmo com a pintura aplicada do lado oposto. “Dessa forma temos duas vertentes artísticas sobre um mesmo canal de expressão criativa”, explica.

Na época em que reinou absoluto no mundo musical, o vinil tinha uma relação com a arte visual pelas possibilidades do exercício de criatividade em capas, encartes e, em menor grau, no seu miolo. “Agora esta relação se amplia e pode-se até cogitar da possibilidade de lançamentos de novas obras neste novo formato”, comenta Maiolino.

A aplicabilidade da arte visual sobre um objeto originalmente ligado à arte musical tenta revelar o quanto é possível transcender a natureza de sua criação e estabelecer uma nova opção artística sobre um mesmo corpo físico. “Estamos abrindo espaço para expor a criatividade do nosso artista plástico e permitir que ele experimente novas possibilidades”, comenta o diretor do Pantanartes.

A visitação gratuita de todo o acervo do Pantanartes pode ser feita de segunda à sexta das 9 às 18 horas e aos sábados das 9 às 12 horas. O local também recebe a visitação de grupos corporativos, de escolas e faculdades, além de receptivo a turistas. Agendamento e mais informações podem ser obtidos com a direção do espaço cultural pelo fone (67) 3306-2764 ou pelo e-mail (msn): pantanartes@hotmail.com.

Fonte: Mesquita Comunicação